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Oblívio

PORTUGAL

 

Marcando o final de uma trilogia de sonetos, Daniel Jonas tem em Oblívio um perturbador e admirável livro cujos versos «devem ser apreciados como o vinho». Nas palavras de António Guerreiro, crítico literário do Público: «Daniel Jonas é um autor culto, um poeta plural», lembrando que a escrita em sonetos nunca desapareceu na literatura e que o escritor «faz da literatura um jogo, por vezes perverso e com algo divertido». «Ele é alguém que tem uma grande capacidade de fazer o que quiser com os textos». Como nos diz o poeta: «Sem querer parecer edificante, penso que a poesia deveria ser capaz de formar, vitaminar, exercitar, ser uma lenha sempre combustível… Penso que se alguma coisa define o que faço é uma certa heresia em que tudo é convidado a entrar. E creio que alguma da minha poesia é razoavelmente imediata, instantaneamente refrescante.».